sábado, 7 de setembro de 2013
Venda de Videoaulas - Conhecimentos Bancários - Interpretação de Texto - Informática e outros
Concurseiros, o Sebo Ousados colocou em promoção as videoaulas constantes das imagens acima e outros.
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS PARA CONCURSOS (sou o professor) - de R$ 57,00 por R$ 40,00 + R$ 5,00 do frete. Além de 10 aulas, com um total de 6 horas e 35 minutos, tem 2 videolivros totalizando 10 videoaulas e um livro digital dom 194 páginas. ATENÇÃO: temos apenas 2 volumes.
INTERPRETAÇÃO DE TEXTO PARA CONCURSOS: de R$ 40,00 por R$ 30,00 + R$ 5,00 do frete. Além de 10 aulas, com um total de 5 horas e 40 minutos, tem 1 videolivro totalizando 10 videoaulas e um livro digital com 204 páginas. ATENÇÃO: temos apenas 2 volumes.
INFORMÁTICA PARA CONCURSOS: de R$ 57,00 por R$ 40,00 + R$ 5,00 do frete. Além de 10 aulas, com um total de 6 horas e 10 minutos, tem 2 videolivros totalizando 10 videoaulas e um livro digital com 536 páginas. ATENÇÃO: temos apenas 2 volumes.
Caso tenham interesse, liguem para (41) 3029-4325, falar com Ana ou envie e-mail para ousados@ousados.com.br.
Outros títulos no mesmo estilo (videoaulas, videolivros e livro digital):
CURSO DE ESPANHOL de R$ 70,00 por R$ 50,00; (1 volume)
FINANÇAS PÚBLICAS PARA CONCURSOS de R$ 40,00 por R$ 30,00;
REDAÇÃO PARA VESTIBULAR nivel médio - Volumes I e II - R$ 30,00 cada um;
APRENDA A INVESTIR NA BOLSA DE VALORES: de R$ 40,00 por R$ 30,00.
PREPARATÓRIO PARA O ENEM (vários títulos) - de R$ 57,00 por R$ 40,00.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Atualidades do mercado financeiro e bancário 03
Inadimplência cai e crédito aumenta no BB
Inflado por abertura de capital da BB Seguridade, lucro atinge R$ 7,5 bi no 2º trimestre e é o maior da história do setor
Banco eleva previsão para alta do crédito e reduz calote para menor patamar em 11 anos; analista questiona dado
O banco estatal não só conseguiu derrubar a inadimplência para 1,87%, menor patamar em 11 anos, como elevou a previsão de expansão do crédito em 2013.
Enquanto os bancos privados preveem crescimento dos empréstimos de no máximo 13% neste ano, o BB espera evolução entre 17% e 21% (antes, era entre 16% e 20%).
Até o segundo trimestre, o banco já entregou um incremento anual de 25,8%, o segundo maior depois da rival estatal Caixa, que vinha crescendo 43% até o primeiro trimestre. O balanço da instituição sai amanhã.
"A gente está vendo uma grande oportunidade de expansão, enquanto o mercado recua. Trabalhamos com prudência, temos crescido de forma sustentável e com níveis de inadimplência cada vez menores", disse Aldemir Bendine, presidente do BB.
Há no mercado, porém, quem desconfie. "Não tem como um banco que tem crédito rural elevado e não tem um sistema tão mais evoluído ter uma inadimplência menor", diz Erivelto Martins, presidente da Austin Ratings. "Deve estar havendo uma renegociação de crédito", disse.
RESULTADO INFLADO
Maior instituição financeira do país, o BB teve lucro líquido recorde de R$ 7,472 bilhões no segundo trimestre --R$ 10 bilhões no semestre, o maior já apurado pelos banco, segundo a Economatica.
O resultado foi inflado pela venda de 30% das ações da BB Seguridade, que em abril fez a maior abertura de capital do mundo em 2013, trazendo R$ 9,8 bilhões ao banco.
Sem a BB Seguridade e demais eventos extraordinários, o lucro cai para R$ 2,634 bilhões --12,4% menos do que no mesmo período de 2012 e abaixo de Bradesco e Itaú.
O lucro recorrente menor é resultado de margens mais apertadas de ganho com empréstimos no BB, que implementa a política de juros menores de Dilma Rousseff.
Apesar do crescimento de 25,8% no crédito, a receita com empréstimos ficou estável, passando de R$ 11,611 bilhões para R$ 11,691 bilhões, entre o 2º trimestre de 2012 e o mesmo período de 2013.
- Fonte: Folha de São Paulo
sábado, 3 de agosto de 2013
BC decreta liquidação do Rural
Oito anos após o escândalo do
mensalão, o Banco Central decidiu decretar a liquidação extrajudicial do Banco
Rural, instituição financeira cujos dirigentes foram condenados por gestão
fraudulenta, lavagem de dinheiro e remessa ilegal de recursos.
O patrimônio negativo era de R$ 300 milhões por causa de perdas judiciais.
Segundo o BC, o motivo da liquidação é o "comprometimento da sua situação econômico-financeira" e da "falta de um plano viável" para a recuperação do banco.
Kátia Rabello, da família que controla o Rural, diz que foi surpreendida pela decisão do BC e que tomará medidas judiciais. "O Banco Rural tem mais de 50 anos de existência e nesse período jamais causou prejuízo a quem quer que seja", afirma nota dos controladores.
Com a liquidação, o Banco Rural deixa de funcionar, os funcionários são dispensados e os bens dos donos e gestores ficam indisponíveis. O liquidante, nomeado pelo Banco Central, passa a se ocupar em vender bens aplicações para ressarcir os credores.
Os investidores e clientes serão ressarcidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) até o limite de R$ 250 mil para pessoa física e de R$ 20 milhões para os que compraram títulos com direito de cobertura especial.
Desde a CPI dos Correios, em 2005, a situação financeira do banco ficou comprometida com a perda de clientes e investidores.
A presidente do banco, no entanto, fez sucessivos aportes para mantê-lo em funcionamento com o objetivo de vendê-lo mais tarde. O último aporte foi de R$ 65 milhões em fevereiro de 2012, por determinação do BC.
Há cinco anos, o Fundo Garantidor de Crédito procurava um comprador, mas nenhuma instituição queria vincular seu nome ao mensalão.
O banco aparecia em escândalos políticos nos últimos 25 anos, pelo menos. Esteve envolvido no chamado esquema PC do então presidente Fernando Collor, no início dos anos 90, e na CPI dos Precatórios.
No julgamento do mensalão, Kátia Rabello, a ex-presidente do banco, e José Roberto Salgado, ex-diretor internacional, foram condenados a 16 anos e 8 meses de prisão. Vinicius Samarane, ex-vice-presidente, pegou oito anos e nove meses.
O banco simulava empréstimos para o PT pagar propinas a parlamentares, que não eram cobrados do partido. Só após a eclosão do escândalo, o banco cobrou o PT.
- O limite é R$ 250 mil para pessoa física e R$ 20 milhões para os que compraram títulos com direito de cobertura especial.
O patrimônio negativo era de R$ 300 milhões por causa de perdas judiciais.
Segundo o BC, o motivo da liquidação é o "comprometimento da sua situação econômico-financeira" e da "falta de um plano viável" para a recuperação do banco.
Kátia Rabello, da família que controla o Rural, diz que foi surpreendida pela decisão do BC e que tomará medidas judiciais. "O Banco Rural tem mais de 50 anos de existência e nesse período jamais causou prejuízo a quem quer que seja", afirma nota dos controladores.
Com a liquidação, o Banco Rural deixa de funcionar, os funcionários são dispensados e os bens dos donos e gestores ficam indisponíveis. O liquidante, nomeado pelo Banco Central, passa a se ocupar em vender bens aplicações para ressarcir os credores.
Os investidores e clientes serão ressarcidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) até o limite de R$ 250 mil para pessoa física e de R$ 20 milhões para os que compraram títulos com direito de cobertura especial.
Desde a CPI dos Correios, em 2005, a situação financeira do banco ficou comprometida com a perda de clientes e investidores.
A presidente do banco, no entanto, fez sucessivos aportes para mantê-lo em funcionamento com o objetivo de vendê-lo mais tarde. O último aporte foi de R$ 65 milhões em fevereiro de 2012, por determinação do BC.
Há cinco anos, o Fundo Garantidor de Crédito procurava um comprador, mas nenhuma instituição queria vincular seu nome ao mensalão.
O banco aparecia em escândalos políticos nos últimos 25 anos, pelo menos. Esteve envolvido no chamado esquema PC do então presidente Fernando Collor, no início dos anos 90, e na CPI dos Precatórios.
No julgamento do mensalão, Kátia Rabello, a ex-presidente do banco, e José Roberto Salgado, ex-diretor internacional, foram condenados a 16 anos e 8 meses de prisão. Vinicius Samarane, ex-vice-presidente, pegou oito anos e nove meses.
O banco simulava empréstimos para o PT pagar propinas a parlamentares, que não eram cobrados do partido. Só após a eclosão do escândalo, o banco cobrou o PT.
O
QUE ACONTECE COM OS CLIENTES
- Investidores e
clientes serão ressarcidos pelo FGC- O limite é R$ 250 mil para pessoa física e R$ 20 milhões para os que compraram títulos com direito de cobertura especial.
Fonte: Folha de São Paulo
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Bancos estreiam no cadastro de bons pagadores
A saga do cadastro positivo no Brasil, o banco de dados que reúne informações de bons pagadores, tem hoje um capítulo decisivo. Mas está longe de acabar no final feliz esperado por instituições financeiras e tomadores.
A partir de hoje, as instituições financeiras - nesse rol não entram as administradoras de consórcio - são obrigadas a estar prontas para alimentar o sistema que reúne as informações de quem paga as dívidas em dia. A expectativa, tanto dos bancos como das empresas que fazem a gestão desses dados, contudo, é que ainda levará mais cinco anos até que o cadastro esteja funcionando plenamente.
"O mínimo de massa crítica necessária para que o cadastro positivo possa começar a operar são cerca de 7 a 8 milhões de CPFs, o que corresponde a 10% da população economicamente ativa", afirma Dorival Dourado, presidente da Boa Vista Serviços, um dos bancos de dados responsáveis pelas informações dos tomadores. Hoje, segundo Dourado, mesmo sem as instituições financeiras, há cerca de 2 milhões de CPFs no cadastro. Ele espera que demorará até cinco anos para que o cadastro positivo faça parte da cultura de tomadores e empresas no país.
Ricardo Loureiro, da Serasa Experian, estima entre 30 milhões e 40 milhões de CPFs no Brasil que pertencem a tomadores mais frequentes de crédito, sendo esse o número ideal para a "maturidade" do cadastro positivo brasileiro. O executivo não arrisca, porém, estimar quanto tempo levará para que esse nível seja atingido.
Loureiro espera que a adesão ao cadastro positivo de empresas não-financeiras, como concessionárias de serviços públicos e varejistas, se acelere após a chegada dos bancos. Tanto a Serasa como a Boa Vista já contam com contratos com varejistas de grande porte, como a Casas Bahia. Mas, segundo Loureiro, ainda é mínimo o número de empresas desse tipo que fornecem informações à base, não passando de 50.
Entre os bancos, o projeto ficou conhecido como "Novo Cadastro" e foi conduzido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Cerca de 100 instituições financeiras vão usar a plataforma única para o cadastro positivo, que vai transmitir as informações no âmbito da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), pertencente aos bancos. A CIP fará a ponte entre os bancos e as empresas de banco de dados selecionadas para trabalhar com o sistema: Boa Vista, Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), Serasa e Crivo TransUnion (em homologação).
"A experiência internacional mostra que são necessários de três a quatro anos para se observar os primeiros impactos do Novo Cadastro no crédito concedido", afirmou a Febraban, em comunicado.
Os bancos já dispõem de uma espécie de birô positivo no Sistema de Informações de Crédito do Banco Central (SCR), que permite visualizar a exposição de tomadores ao sistema financeiro, com abertura de operações a partir de R$ 1 mil. Para Almir Carrion, diretor de Relações Institucionais da C&M Software, fornecedora de tecnologia financeira, o cadastro positivo vai enriquecer as informações do SCR aumentando a assertividade de modelos de crédito.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Prova do Concurso Banco do Brasil 2013/001
Você que não fez a prova do BB para SC e RS no dia 26/05, tem agora uma boa oportunidade de exercitar seus conhecimentos. As questões abaixo são de Atualidades, Marketing, Telemarketing, Atendimento e Conhecimentos Bancários, que são as matérias que ministro.
Mais tarde postarei o gabarito com os comentários. Enquanto isso, vá treinando.
26. Investimentos em
infraestrutura são necessários para suportar a dinâmica do crescimento
econômico do País. Atualmente, dentre as entidades do Sistema Financeiro Nacional,
na concessão de financiamentos de projetos de longo prazo, constata-se atuação
com destaque
(A) das Cooperativas
Centrais de Crédito.
(B) das Sociedades de
Crédito, Financiamento e Investimento.
(C) dos Bancos comerciais.
(D) do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
(E) das Companhias
Hipotecárias.
27. Visando à obtenção de
economia de custos operacionais e à ampliação do atendimento a clientes, a
tendência entre as instituições financeiras públicas federais é
(A) determinar um limite
de crédito consolidado para os portadores dos cartões de crédito emitidos por elas.
(B) formalizar um acordo
de não concorrência entre essas instituições.
(C) unificar as contas
correntes bancárias.
(D) analisar e definir
conjuntamente os limites individuais de crédito.
(E) compartilhar a rede de
caixas eletrônicos e o acesso a determinados serviços em suas agências.
28. No atual debate que se
dá pelos meios de comunicação sobre a questão do controle da inflação, entre as
medidas cogitadas, encontra-se a
(A) antecipação de reajuste
de tarifas de transporte público.
(B) elevação da taxa
básica de juros.
(C) desoneração de
tributos incidentes sobre o lucro das empresas estatais.
(D) redução do teto da
meta anual da inflação estipulada pelo Ministério do Planejamento.
(E) restrição dos
investimentos estrangeiros diretos.
29. Ao final de 2012, o
Banco Central do Brasil divulgou, por meio da diretoria de fiscalização, que
vai passar a monitorar a conduta das instituições financeiras para além dos temas
de liquidez e solvência. O objetivo será fazer a chamada supervisão de
conduta, com a missão de verificar se as instituições estão seguindo as
regras atualmente existentes para uma série de assuntos, que incluem
(A) monitoramento do
relacionamento com correspondentes bancários.
(B) incentivos fiscais
para abertura de novas agências.
(C) restrição ao
funcionamento de entidades controladas por capital estrangeiro.
(D) popularização do
investimento individual em títulos públicos.
(E) determinação de áreas
de atuação segregadas para bancos oficiais e privados.
30. O Conselho Nacional de
Seguros Privados (CNSP) promoveu recentemente uma mudança na taxa de remuneração
mínima dos títulos de capitalização, que passou a ser
(A) idêntica à remuneração
mensal da poupança.
(B) de 90% do juro da
poupança.
(C) de 0,35%, no caso dos
produtos tradicionais.
(D) de 0,88%, para o
segmento popular e de incentivo.
(E) idêntica à remuneração
trimestral da poupança.
31. O Banco do Brasil
adota a responsabilidade socioambiental como política, ou seja, a gestão
empresarial sustentável é o pano de fundo para os processos decisórios. Isto significa
(A) adotar, na análise de
todas as modalidades operacionais, os padrões de desempenho socioambientais dos
Princípios do Equador.
(B) desenhar processos,
produtos e serviços à luz de seus impactos sociais e ambientais.
(C) deixar de considerar
critérios socioambientais na avaliação do estudo de limite de crédito de
empresas.
(D) atribuir,
prioritariamente, a critérios econômico-financeiros o foco de análise das
empresas clientes e projetos de investimento.
(E) desconsiderar se há
gestão socioambiental por parte dos seus fornecedores e parceiros.
32. Está presente no
Código de Ética do Banco do Brasil que (A) os clientes têm assegurado o sigilo
das informações bancárias, ressalvados os casos previstos em lei.
(B) as parcerias e os
convênios são estabelecidos sem condicionamento à prévia análise de valores de
integridade, idoneidade e respeito à comunidade e ao meio ambiente.
(C) os profissionais
contratados são orientados a pautarem seus comportamentos pelos seus princípios
éticos familiares.
(D) a transparência e a
agilidade no fornecimento de informações prioriza o acionista controlador em
relação aos investidores e credores.
(E) a concorrência entre
fornecedores se dá dentre aqueles que também sejam clientes e tenham sido indicados
pelas áreas de relacionamento comercial.
33. O código de conduta da
alta administração pública dispõe que:
(A) após deixar o cargo, a
autoridade pública poderá, sem período de interdição, prestar consultoria a
sindicato ou entidade de classe.
(B) a boa imagem e
reputação do administrador público devem ser divulgadas externamente pelas
chefias e mantidas em qualquer circunstância.
(C) os padrões éticos da
autoridade pública são exigidos na relação entre suas atividades públicas e
privadas, de modo a prevenir eventuais conflitos de interesse.
(D) a autoridade pública
pode participar de seminários, congressos e eventos semelhantes, mantendo
sigilo a respeito da sua eventual remuneração.
(E) as divergências entre
autoridades públicas serão resolvidas publicamente, proporcionando total
transparência sobre os fatos a que tenham dado motivo.
34. Autores dedicados ao
tema da cultura organizacional costumam convergir no que diz respeito às
dimensões componentes desse conceito, que são,
(A) motivacional,
tecnológica e ideológica.
(B) material, psicossocial
e ideológica.
(C) religiosa, familiar e
sociológica.
(D) material, individual e
conceitual.
(E) coletiva, profissional
e hierárquica.
35. As técnicas de vendas
podem ampliar a penetração de mercado de determinados produtos financeiros.
Sabe-se que caminham, em paralelo com o processo de marketing de
relacionamento, o planejamento e a fidelização. Sobre esse assunto, é correto
afirmar que
(A) o especialista em
vendas se preocupa com a burocracia dos serviços para fidelização dos clientes.
(B) as vendas visam
prioritariamente ao crescimento da instituição, sem preocupação com os
clientes.
(C) as instituições não
focam apenas os aspectos humanos e nem sempre se preocupam com sua imagem.
(D) as instituições focam
a impessoalidade através do sistema hierarquizado.
(E) o especialista em
vendas tem a função de apresentar o produto, preocupando-se com a imagem e a credibilidade
da instituição perante os clientes finais.
36. A promoção de vendas é
uma das ferramentas de comunicação integrada de marketing mais eficazes
e vem ganhando cada vez mais importância dentro do composto de marketing.
Sua utilização é feita, principalmente, para completar as demais ferramentas, e
é nesse sentido que consiste a sua força. Dessa forma, as promoções de vendas
são direcionadas
(A) à relação entre custos
e benefícios no perfil desejado da venda.
(B) aos intermediários,
atacadistas e varejistas e aos clientes e consumidores finais.
(C) aos produtos em
relação aos serviços ofertados ao consumidor final.
(D) à divulgação de um
novo produto em aberto, internamente na empresa, buscando o aproveitamento
das sugestões dos
empregados para o seu desenvolvimento.
(E) à avaliação de novos
clientes e produtos em busca da comunicação integrada.
37. Forças dinâmicas e
inter-relacionadas, externas ao processo de planejamento estratégico,
apresentam ameaças e oportunidades, devendo ser consideradas ao reunir os mercados
alvo aos compostos de marketing. (Sandhusen; 2007)
Em uma análise do ambiente
do mercado, enquadram-se dentre as variáveis ambientais que influem no
planejamento estratégico as de
(A) política de regras e
políticas disciplinares, em relação ao ambiente interno.
(B) planejamento
estratégico empresarial e o plano de negócios que possibilita a análise e o
trabalho em grupo.
(C) planejamento tático e
interferências no planejamento do plano de negócios.
(D) política de regras e
políticas disciplinares, em relação ao ambiente externo.
(E) nível macroambiental e
microambiental que favorecem a análise ambiental.
38. O marketing de
relacionamento favorece o vendedor, em nível proativo, de forma que ele vende
os serviços e faz consultas posteriores ao consumidor para obter o feedback quanto
ao nível de satisfação e auxiliá-lo na utilização
do produto. O processo de feedback,
nesta ação e reação de relacionamento e comunicação, favorece
(A) uma comunicação
limitada por normas escritas.
(B) a comunicação em massa
através da linha de vendas.
(C) um sistema de
relacionamento ineficaz.
(D) um sistema de
comunicação e relacionamento que movem a retroalimentação das informações.
(E) uma comunicação
variada em que existem várias maneiras de administrar.
39. Ao nível de
planejamento estratégico, as ações de vendas estão voltadas, para fins de
execução, ao consumidor final. Com vistas ao planejamento de vendas em si,
(A) cabe aos subsistemas
de planejamento a integração das diversas partes.
(B) cabe aos sistemas de
informação a definição do nível a ser aplicado aos recursos humanos.
(C) as vendas estão relacionadas
ao planejamento estratégico de longo prazo.
(D) as vendas estão
relacionadas com os níveis estratégico, tático e operacional.
(E) cabe ao planejamento
estratégico contratar uma assessoria para implantar programas de metas de retenção
de clientes.
40. A diretoria do Banco
ABC tem tentado ampliar suas atividades de “linha de frente” (front office),
aumentando o contato dos clientes com suas atividades bancárias. Uma vantagem
para o Banco, dentre outras, advinda dessa decisão,
é
(A) a imagem de serviço
personalizado e customizado.
(B) a menor possibilidade
de venda cruzada.
(C) a proposta de
relacionamento menos próximo.
(D) a liberação de tempo
do front office para um relacionamento de melhor qualidade.
(E) o menor conhecimento
técnico exigido dos colaboradores.
41. Neymar Neto
considera-se cliente fiel do Banco STU. Consultado sobre as razões de sua
fidelidade, afirmou que, sem dúvida, o que o fez escolher esse banco foi a
maneira como é atendido. A qualidade do atendimento bancário
pode ser uma estratégia
para atrair e fidelizar clientes, pois
(A) os clientes não estão
aptos a perceber pequenas gradações na qualidade de atendimento.
(B) as estruturas físicas
de atendimento dos bancos de varejo apresentam forte customização.
(C) o varejo bancário tem
dificuldades na igualação das tarifas praticadas pelos diferentes bancos.
(D) o serviço pode ser
percebido pelo cliente como um diferencial.
(E) a grande diferenciação
de produtos, entre bancos de varejo, faz com que o cliente perca referências
competitivas.
42. Para melhor atender e
convencer o cliente em uma ação de telemarketing, o atendente não deve
interromper a fala do cliente, deve anotar as solicitações e as informações importantes.
A comunicação clara e objetiva favorece um bom atendimento. Contribui com essas
ações o comportamento
(A) impositivo, com
clareza e refutação constante.
(B) persuasivo, com
imprestabilidade e clareza.
(C) atencioso, solícito e
prestativo.
(D) tolerante, impassível
e impositivo.
(E) cordial, com clareza e
intolerância.
43. A utilização de uma
voz alegre, clara e calorosa é essencial para gerar empatia e garantir êxito em
um contato telefônico profissional. Dentre outras, uma característica da
empatia é a capacidade de
(A) compreender o
sentimento ou reação da outra pessoa, imaginando-se nas mesmas circunstâncias.
(B) ter firmeza no ritmo e
tom vocal para persuadir com autoritarismo.
(C) agir em benefício
próprio.
(D) interromper a fala do
cliente no momento exato.
(E) motivar o contato
telefônico, por meio de entonação lenta e pausada com refutação contínua.
44. A tabela abaixo
apresenta em sua primeira coluna uma relação contendo as três “estratégias
genéricas” que um banco pode escolher, a fim de enfrentar a concorrência. A segunda
coluna apresenta três ações ligadas a cada uma
delas.
Estratégias
Competitivas Ações
I. Liderança no custo total 1. Fusão bancária
II. Diferenciação 2. Privilégio ao financiamento rural
III. Enfoque 3. Criação de
produto considerado único
As estratégias e suas
respectivas ações estão corretamente correlacionadas em:
(A) I-2; II-3; III-1.
(B) I-3; II-1; III-2.
(C) I-1; II-3; III-2.
(D) I-2; II-1; III-3.
(E) I-1; II-2; III-3.
45. Considere um setor
bancário hipotético com as seguintes características: inexistência de economias
de escala; clientes com baixo custo de troca de banco; baixa necessidade de
capital para abertura do negócio; ausência de
políticas públicas
restritivas.
Dentre as denominadas cinco
forças competitivas de Porter, a mais relevante como ameaça a um banco em funcionamento,
diante da estrutura setorial apresentada, é
(A) o poder de negociação
dos fornecedores.
(B) a pressão de produtos
e serviços complementares.
(C) a ausência de
rivalidade entre os concorrentes.
(D) o baixo poder de
negociação dos clientes.
(E) a possibilidade de
novos entrantes.
46. Segundo a Resolução
CMN no 3.849/2010, no tocante à instituição do componente organizacional de
ouvidoria, o estatuto ou contrato social da Instituição Financeira deve conter,
de forma expressa,
(A) as obrigações da
instituição a fim de dificultar o acesso da ouvidoria às informações
necessárias para a elaboração de resposta adequada às reclamações recebidas,
prescindindo do apoio administrativo.
(B) o relatório
quantitativo e qualitativo acerca da atuação da ouvidoria, contendo as
proposições quanto às medidas corretivas ou de aprimoramento de procedimentos e
rotinas, em decorrência da análise das reclamações recebidas.
(C) o nome do ouvidor, que
deverá ser o do ouvidor da associação de classe, bolsa de valores ou bolsa de mercadorias
e de futuros, entidade ou empresa que constituir a ouvidoria.
(D) o compromisso expresso
da instituição no sentido de criar condições adequadas para o funcionamento da ouvidoria,
bem como para que sua atuação seja pautada pela transparência, independência,
imparcialidade
e isenção.
(E) o relatório semestral,
na forma definida pelo Banco Central do Brasil, relativo às atividades da
ouvidoria, sempre que identificada ocorrência relevante.
47. O Banco LMN deseja
incrementar a fidelização de determinado segmento de clientes atuais. Para
tanto, elaborou uma estratégia que visa à ampliação do valor entregue aos
correntistas, com base na teoria do marketing que define
o conceito de proposta
de valor. Segundo essa teoria, uma ação que representa a proposta de
entrega de alto valor ao cliente é
(A) a oferta de solidez
institucional, confiabilidade, rapidez e simpatia no atendimento.
(B) o projeto de melhora
na distribuição de dividendos aos acionistas.
(C) o aumento dos
investimentos em automação bancária.
(D) a fusão de agências de
uma mesma praça.
(E) o investimento visando
a redução do consumo de energia e redução de gastos com material de escritório.
48. O Banco Lovelock
encomendou uma pesquisa tentando identificar fatores associados à fidelização
de clientes que, potencialmente, podem fazer sua lucratividade crescer. NÃO representa
um fator ligado ao aumento da lucratividade por fidelização do cliente:
(A) a disposição para
pagar preços mais elevados.
(B) a constituição de
barreira à entrada de novos competidores.
(C) o aumento do número de
compras.
(D) a redução de custos
operacionais.
(E) a indicação a outros
clientes.
55. Em 2010 ocorreu,
simultaneamente, a distribuição pública primária e secundária de ações de
emissão do Banco do Brasil, com registros na Comissão de Valores Mobiliários. Neste
caso, como em outras operações da mesma natureza e produto no mercado de
capitais, a relação entre capital
próprio e de terceiros da
empresa
(A) foi modificada pela
captação integral dos recursos obtidos nas ofertas primária e secundária.
(B) foi alterada pela
parcela de recursos originada com as novas ações emitidas.
(C) passou a ser
influenciada pela cotação das ações em bolsa de valores.
(D) não sofreu nenhuma
influência.
(E) sofreu alteração em
função da venda das ações dos acionistas do grupo controlador.
56. A Cetip S.A. − Mercados
Organizados é uma câmara utilizada pelos participantes do mercado financeiro e
de capitais para o registro eletrônico da colocação, o depósito e a liquidação
financeira de diversos ativos, dentre os quais estão os
(A) Commercial Papers e
os Brazilian Depositary Receipts.
(B) Títulos da Dívida
Agrária e os Contratos a Termo de Ações.
(C) Bônus de Subscrição e
as Notas do Tesouro Nacional.
(D) Certificados de
Depósito Bancário e as Letras Financeiras do Tesouro.
(E) Certificados de
Recebíveis do Agronegócio e as Debêntures.
57. O penhor mercantil é
modalidade de garantia que pode ser exigida por operadores do Sistema
Financeiro Nacional na formalização de operações de crédito em que
(A) o devedor possa
substituir os bens empenhados sem autorização prévia do credor.
(B) os recursos liberados
permaneçam depositados na mesma instituição financeira.
(C) haja dispensa de fiel
depositário.
(D) o valor atualizado do
bem não exceda 50% do valor financiado.
(E) esse direito recaia
sobre bens móveis.
58. As operações
denominadas Crédito Direto ao Consumidor são caracterizadas
(A) pela impossibilidade
de antecipação de pagamento de parcelas.
(B) pela ausência de
gravame no caso de financiamento de veículos usados.
(C) pela não incidência de
IOF para contratos com pessoa física.
(D) por destinação ao
financiamento de bens e serviços para pessoas físicas ou jurídicas.
(E) pela dispensa da
informação do Custo Efetivo Total para clientes correntistas dos bancos.
59. O COAF − Conselho de
Controle de Atividades Financeiras compõe a estrutura legal brasileira para
lidar com o problema da lavagem de dinheiro e tem como missão
(A) prevenir a utilização
dos setores econômicos para lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo.
(B) discriminar as
atividades principal ou acessória de pessoas físicas e jurídicas sujeitas às
obrigações previstas em lei.
(C) autorizar, em conjunto
com os bancos, o ingresso de recursos internacionais por meio de contratos de câmbio.
(D) julgar se é de origem
lícita a incorporação na economia, de modo transitório ou permanente, de
recursos, bens e valores.
(E) identificar e apontar
para a Secretaria da Receita Federal do Brasil os casos de ilícito fiscal
envolvendo lavagem de dinheiro.
60. As linhas bancárias de
crédito rural possibilitam ao cliente acessar financiamento
(A) sem apresentação de
garantias ao financiador.
(B) para investimento em
bens ou serviços cujo aproveitamento se estenda por um único ciclo produtivo.
(C) para atividades de
comercialização da produção.
(D) do custeio das
despesas pessoais e familiares.
(E) com liberação de uma
só vez, independentemente do cronograma de aquisições e serviços.
domingo, 26 de maio de 2013
Comentarei algumas questões que fizeram parte do concurso do
Banco do Brasil para Santa Catarina.
01)
Investimentos em infraestrutura são necessários
para suportar a demanda do crescimento econômico do país. Atualmente, dentre as
entidades do Sistema Financeira Nacional, na concessão de financiamento de
projetos de longo prazo, constata-se atuação com destaque
a)
Cooperativas de crédito.
b)
Sociedades de Crédito, Financiamento e
Investimentos.
c)
Bancos Comerciais.
d)
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES).
e)
Companhias Hipotecárias.
Comentário: Assinalo a opção “d”. Por que assinalei esta opção? A definição do BNDES pelo próprio diz: “O Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES), empresa pública federal, é hoje o principal
instrumento de financiamento de longo prazo para a realização de investimentos
em todos os segmentos da economia, em uma política que inclui as dimensões
social, regional e ambiental.”
02)
Visando a obtenção da economia de custos
operacionais e a ampliação do atendimento a clientes, a tendência entre as
instituições financeiras públicas federais é
a)
Determinar um limite de crédito consolidado para
os portadores dos cartões de crédito.
b)
Formalizar acordo de não concorrência entre
essas instituições.
c)
Unificar contas correntes bancárias.
d)
Analisar e definir conjuntamente os limites
individuais de crédito.
e)
Compartilhar a rede caixas eletrônicos e o
acesso as determinados serviços em suas agências.
Comentário: Assinalei a opção “e”. Se você unir os dois
objetivos (economia de custos e ampliação do atendimento) a única opção
plausível é o compartilhamento de terminais e dividir alguns serviços. Isto já
vem ocorrendo entre o BB e a CEF.
03)
No atual debate que se dá pelos meios de
comunicação sobre a questão do controle da inflação, entre as medidas cogitadas
está
a)
Antecipação de reajuste de tarifas de transporte
público.
b)
Elevação da taxa básica de juros.
c)
Desoneração de tributos incidentes sobre o lucro
das empresas estatais.
d)
Redução do teto da meta anual de inflação
estipulada pelo Ministro do Planejamento.
e)
Restrição dos investimentos estrangeiros
diretos.
Comentário: Assinalei a opção “b”. Tanto é verdade que o
COPOM já começou a elevar a taxa básica de juros. A última reunião do COPOM
elevou a taxa Selic em 0,25% e a previsão é que na próxima eleve mais um pouco.
04)
O Conselho Nacional de Seguros Privados promoveu
recentemente mudança na taxa de remuneração mínima dos títulos de
capitalização, que passou a ser
a)
Idêntica a remuneração da poupança.
b)
De 90% dos juros da poupança.
c)
De 0,35%, no caso de produtos tradicionais.
d)
De 0,88%, para o segmento popular e de
incentivos.
e)
Idêntico a remuneração trimestral de poupança.
Comentário: A medida foi tomada em março de 2013. A opção
correta é a “c”.
05)
Autores dedicados ao tema cultura organizacional
costumam convergir no que diz respeito às dimensões componentes desse conceito,
que são
a)
Motivacional, tecnológica e ideológica.
b)
Material, psicossocial e ideológica.
c)
Religiosa, familiar e sociológica.
d)
Material, individual e conceitual.
e)
Coletiva, individual e conceitual.
Comentário: A opção correta é a “b”. Basta ler qualquer
literatura sobre o assunto e veremos que os autores concordam com estas três
dimensões
06)
As operações de Crédito Direto ao Consumidor –
CDC são caracterizadas
a)
Pela impossibilidade de antecipações de
pagamento de parcelas.
b)
Pela ausência de gravame no caso de
financiamento de veículos usados.
c)
Pela não incidência de Imposto sobre Operações
Financeiras – IOF para contratos com pessoa física.
d)
Por destinação ao financiamento de bens e serviços
para pessoa física ou jurídica.
e)
Pela dispensa da informação do Custo Efetivo
Total para clientes correntista do Banco.
Comentário: Assinalei a opção “d”. Para mim é a única que
define a linha de crédito CDC. Vejamos o que diz a definição de CDC: São financiamentos concedidos pelos
Bancos, ou pelas chamadas Financeiras, a pessoas físicas ou jurídicas, para
aquisição de bens ou serviços.
07)
O
Comitê de Política Monetária – COPOM toma as decisões
a)
A serem retificadas pelo Ministério da Fazenda.
b)
Conforme votos da Diretoria Colegiada.
c)
Sobre a Taxa de Juros de Longo Prazo – TJLP.
d)
A respeito dos depósitos compulsórios dos bancos
comerciais.
e)
De acordo com a maioria dos participantes nas
reuniões periódicas de dois dias.
Comentário: Existem duas respostas que podem ser consideradas corretas:
a “b” e a “e”. Com respeito a opção “a”: é a Diretoria Colegiada que decide a
taxa básica de juros, conforme os votos. A última reunião teve a seguinte
declaração do Bacen: “O Copom decidiu elevar a
taxa Selic para 7,50% a.a., sem viés, por seis votos a favor e dois votos pela
manutenção da taxa Selic em 7,25% a.a.”
Bom, a opção “e” diz que é de acordo com
a maioria dos participante das reuniões periódicas, que acontecem, de acordo
com a regra, em dois dias.
Assim, consideramos a questão, no
mínimo, mal formulada.
08) A
CETIP – Mercados Organizados é uma câmara utilizada pelos participantes do
mercado financeiro e de capitais para registro eletrônico de colocação, o
depósito e a liquidação financeira de diversos ativos, dentre os que estão
a) Commercial
Papers e Brazilian
Depositary Receipts
b) Títulos
da Dívida Agrária e Contratos de Termo de Ações.
c) Bônus
de Subscrição e Notas do Tesouro Nacional.
d) Certificado
de Depósito Bancário e Letras Financeiras do Tesouro.
e) Certificados
de Recebíveis do Agronegócios e as Debêntures.
Comentário:
“a” – Commercial Papers é na CETIP, mas as Brazilian Depositary Receipts são custodiadas na CBLC –
Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia.
“b” – Títulos da
Divida Agrária são na CETIP, mas os Contratos Termo de Ações é na Bolsa.
“c” – Bônus de
subscrição são na CBLC e Notas do
Tesouro Nacional são na SELIC.
“d” –
Certificados de Depósitos Bancários são na CETIP, mas as Letras Financeiras do
Tesouro são na SELIC.
“e” – Tanto Certificados
Recebíveis do Agronegócios quanto as Debêntures são custodias e liquidades na
CETIP, portanto, esta opção é a CORRET.
Uma questão que
não consegui copiar dizia sobre Penhor Mercantil. A resposta é que é sobre bens
móveis.
Assim que sair o
gabarito oficial, prossigo com meus comentários.
Concurso BB Santa Catarina
Acabei de sair da sala. Fiz o concurso na Univali, em Itajai.
Tema da redação versou sobre "O profissional bem-sucedido procura estar empregado em empresa que ele concorde com seus procedimentos." Não está escrito exatamente como estava na prova, mas é este o enfoque.
Sobre Matemática: esqueçam fórmulas mirabolantes. É somente raciocínio. Regra de três, principalmente.
Português: esqueçam regras específicas. Somente interpretação de texto. Quem lê, saiu-se muito bem.
Informática: não entendi nadica de nada. Chutei.
Marketing: para quem estudou um pouco, deve ter matado. Com uma ou outra exceção, era questão de escolher a menos ridícula.
Atendimento: barbada. Não precisa ter estuda muito para acertar.
Atualidades: versou sobre "tendências entre instituições financeiras públicas federais" e "sobre o que falam os jornais sobre como controlar a inflação."
Vou almoçar e no retorno, comentarei 10 questões. Foram as únicas que consegui copiar. A marcação estava rígida. Meio que discuti com o fiscal. Ele disse que eu não podia tomar anotações e perguntei: Onde está escrito no edital? No fim, ficamos deste jeito: eu não anotaria mais, mas poderia sair com que já tinha anotado. Gente boa, o fiscal.
Volto depois do rango.
Tema da redação versou sobre "O profissional bem-sucedido procura estar empregado em empresa que ele concorde com seus procedimentos." Não está escrito exatamente como estava na prova, mas é este o enfoque.
Sobre Matemática: esqueçam fórmulas mirabolantes. É somente raciocínio. Regra de três, principalmente.
Português: esqueçam regras específicas. Somente interpretação de texto. Quem lê, saiu-se muito bem.
Informática: não entendi nadica de nada. Chutei.
Marketing: para quem estudou um pouco, deve ter matado. Com uma ou outra exceção, era questão de escolher a menos ridícula.
Atendimento: barbada. Não precisa ter estuda muito para acertar.
Atualidades: versou sobre "tendências entre instituições financeiras públicas federais" e "sobre o que falam os jornais sobre como controlar a inflação."
Vou almoçar e no retorno, comentarei 10 questões. Foram as únicas que consegui copiar. A marcação estava rígida. Meio que discuti com o fiscal. Ele disse que eu não podia tomar anotações e perguntei: Onde está escrito no edital? No fim, ficamos deste jeito: eu não anotaria mais, mas poderia sair com que já tinha anotado. Gente boa, o fiscal.
Volto depois do rango.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Temas de Redação e Atualidades
Pessoal,
Ando recebendo mensagens solicitando dicas para temas de redação. Sinceramente, todas as vezes anteriores "miquei". Não acertei uma sequer. Assim, me abstenho.
Sobre atualidades do sistema econômico. Estou apostando nos seguintes temas: Intervenção do Bacen no Banco Cruzeiro do Sul; Alterações na taxa Selic; Garantias do Fundo Garantidor de Crédito.
No domingo estarei fazendo a prova em Itajaí-SC (Univali). Se os fiscais não proibirem, espero copiar as questões da minha área e, neste espaço, publicar os comentários ainda na tarde de domingo (26/05).
Ando recebendo mensagens solicitando dicas para temas de redação. Sinceramente, todas as vezes anteriores "miquei". Não acertei uma sequer. Assim, me abstenho.
Sobre atualidades do sistema econômico. Estou apostando nos seguintes temas: Intervenção do Bacen no Banco Cruzeiro do Sul; Alterações na taxa Selic; Garantias do Fundo Garantidor de Crédito.
No domingo estarei fazendo a prova em Itajaí-SC (Univali). Se os fiscais não proibirem, espero copiar as questões da minha área e, neste espaço, publicar os comentários ainda na tarde de domingo (26/05).
terça-feira, 30 de abril de 2013
Alterações no Fundo Garantidor de Crédito - FGC
São Paulo (Revista Exame 30/04/2013) – O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) elevou, nesta terça-feira, seu limite de cobertura de 70 mil para 250 mil reais para cadernetas de poupança, depósitos à vista ou a prazo e outros títulos. É o caso de CDBs e Letras de Crédito Imobiliário (LCI). A cobertura também foi estendida às Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), antes excluída da lista de produtos cobertos.
Isso significa que, de agora em diante, quem tem dinheiro em conta corrente, caderneta de poupança, CDBs, LCIs ou LCAs de qualquer instituição financeira tem uma quantia muito maior garantida caso o banco passe por problemas financeiros.
Em outras palavras, se o banco quebrar, o FGC garante todo o dinheiro depositado nesses produtos financeiros em um limite de até 250 mil reais por CPF, por instituição financeira. Antes, se tivesse 200 mil reais aplicado em um CDB e o banco fosse à lona, o investidor só receberia de volta 70 mil reais.
Outra novidade implementada nesta tarde é que, antes, dependentes e beneficiários de contas conjuntas tinham direito à cobertura de 70 mil reais cada um (por CPF). Agora, contas conjuntas têm cobertura de 250 mil reais, independentemente de haver ou não dependentes, e a quantia deve ser dividida entre os titulares.
Em nota divulgada à imprensa nesta tarde, o Conselho de Administração do FGC informou que “As modificações do Regulamento, as quais, entre outras, alteram o valor da garantia ordinária do FGC para R$ 250 mil, passarão a ser aplicadas a partir das futuras Intervenções ou Liquidações Extrajudiciais que porventura forem decretadas pelo Banco Central do Brasil”.
Isto é, quem investiu em bancos como Cruzeiro do Sul e BVA continuará com cobertura apenas até 70 mil reais.
Para especialistas em finanças pessoais, a novidade é muito boa para o investidor e também para os bancos médios. “Vejo essa decisão com bons olhos. É uma medida para trazer mais segurança e tranquilidade para o investidor”, observa o professor William Eid, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV.
A cobertura do FGC é válida para instituições financeiras de qualquer porte, mas para os bancos médios, trata-se da principal garantia dos clientes investidores.
Esses bancos são mais suscetíveis aos soluços do mercado que os bancos grandes, e por isso mesmo seus títulos (CDBs e LCIs, por exemplo) são mais rentáveis para o investidor. Com o aumento da cobertura do FGC, será mais fácil para esses bancos atrair investidores.
Até a próxima,
Isso significa que, de agora em diante, quem tem dinheiro em conta corrente, caderneta de poupança, CDBs, LCIs ou LCAs de qualquer instituição financeira tem uma quantia muito maior garantida caso o banco passe por problemas financeiros.
Em outras palavras, se o banco quebrar, o FGC garante todo o dinheiro depositado nesses produtos financeiros em um limite de até 250 mil reais por CPF, por instituição financeira. Antes, se tivesse 200 mil reais aplicado em um CDB e o banco fosse à lona, o investidor só receberia de volta 70 mil reais.
Outra novidade implementada nesta tarde é que, antes, dependentes e beneficiários de contas conjuntas tinham direito à cobertura de 70 mil reais cada um (por CPF). Agora, contas conjuntas têm cobertura de 250 mil reais, independentemente de haver ou não dependentes, e a quantia deve ser dividida entre os titulares.
Em nota divulgada à imprensa nesta tarde, o Conselho de Administração do FGC informou que “As modificações do Regulamento, as quais, entre outras, alteram o valor da garantia ordinária do FGC para R$ 250 mil, passarão a ser aplicadas a partir das futuras Intervenções ou Liquidações Extrajudiciais que porventura forem decretadas pelo Banco Central do Brasil”.
Isto é, quem investiu em bancos como Cruzeiro do Sul e BVA continuará com cobertura apenas até 70 mil reais.
Para especialistas em finanças pessoais, a novidade é muito boa para o investidor e também para os bancos médios. “Vejo essa decisão com bons olhos. É uma medida para trazer mais segurança e tranquilidade para o investidor”, observa o professor William Eid, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV.
A cobertura do FGC é válida para instituições financeiras de qualquer porte, mas para os bancos médios, trata-se da principal garantia dos clientes investidores.
Esses bancos são mais suscetíveis aos soluços do mercado que os bancos grandes, e por isso mesmo seus títulos (CDBs e LCIs, por exemplo) são mais rentáveis para o investidor. Com o aumento da cobertura do FGC, será mais fácil para esses bancos atrair investidores.
Até a próxima,
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Atualidades do Sistema Financeiro - Econômico faz acordo para pagar BC
A partir de hoje, periodicamente, estarei publicando notícias sobre o mercado financeiro, que envolvam o Brasil. Atenção: fatos políticos que envolvam a economia nacional e o sistema financeiro nacional, são passíveis de se cobrar em prova. Lembram-se do tema Mercosul? Que a Venezuela foi o último país a ser aceito? Pois é. Vamos ler jornal, minha gente. As notícias aqui postadas servirão de base para o concurso da Caixa Econômica Federal que será realizado no início do próximo ano. Não servem para a Seleção Externa 2013/001, do Banco do Brasil.
A primeira postagem de Atualidades fala sobre o Banco Econômico.
Depois de mais de uma década de disputa, o Banco Central (BC) está próximo de virar um capítulo da história e receber dos bancos Econômico e Nacional dívidas que, com descontos, somam mais de R$ 40 bilhões, referentes ao Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer) e reservas bancárias. Sem o abatimento permitido pelo "Refis das Autarquias", a dívida seria de R$ 55,331 bilhões.
O BC intimou formalmente, neste mês, esses bancos a pagarem suas débitos no prazo de até 60 dias. O Banco Econômico já fechou um "acordo" de acerto de contas e o Nacional pretende, no máximo em 30 dias, apresentar sua proposta de quitação. Não há, por enquanto, o valor de quanto entraria de imediato nos cofres públicos, porém, o pagamento terá impacto fiscal.
Em dezembro de 2010, essas instituições financeiras, que foram liquidadas extrajudicialmente em 1996, aderiram ao chamado "Refis das Autarquias" para possibilitar o pagamento de dívidas com desconto de juros e multas e num prazo máximo de 180 meses. Em troca do benefício, esses bancos abriram mão das ações na Justiça que questionavam os cálculos feitos pelo BC.
De lá para cá, mais de dois anos se passaram e o processo para pagamento das dívidas não avançava devido aos questionados quanto ao valor da dívida e a possibilidade de uso de créditos do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) para abatimento do débito. Após várias prorrogações de prazos, o BC intimou o Econômico em 16 de abril e o Nacional em 24 de abril para pagamento dos débitos em até 60 dias.
"Está esgotada a negociação pela via administrativa", afirmou o procurador-geral do BC, Isaac Sidney. "O BC não poupará qualquer esforço para receber o que lhe é devido", complementou. As instituições financeiras apresentavam cálculos de que a dívida era menor do que a cobrada pela autoridade monetária.
Banco Econômico? Pois é, saiba o que foi!!!
O Banco Econômico foi uma das instituições financeiras que quebraram após a implantação do Plano Real, em 1994. Apesar de receber ajuda do governo através do Programa de Estímulo à Reestruturação e do Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer), acabou sofrendo intervenção em 1995 e entrou em liquidação judicial em 1996.
Até a próxima!!!
A primeira postagem de Atualidades fala sobre o Banco Econômico.
Depois de mais de uma década de disputa, o Banco Central (BC) está próximo de virar um capítulo da história e receber dos bancos Econômico e Nacional dívidas que, com descontos, somam mais de R$ 40 bilhões, referentes ao Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer) e reservas bancárias. Sem o abatimento permitido pelo "Refis das Autarquias", a dívida seria de R$ 55,331 bilhões.
O BC intimou formalmente, neste mês, esses bancos a pagarem suas débitos no prazo de até 60 dias. O Banco Econômico já fechou um "acordo" de acerto de contas e o Nacional pretende, no máximo em 30 dias, apresentar sua proposta de quitação. Não há, por enquanto, o valor de quanto entraria de imediato nos cofres públicos, porém, o pagamento terá impacto fiscal.
Em dezembro de 2010, essas instituições financeiras, que foram liquidadas extrajudicialmente em 1996, aderiram ao chamado "Refis das Autarquias" para possibilitar o pagamento de dívidas com desconto de juros e multas e num prazo máximo de 180 meses. Em troca do benefício, esses bancos abriram mão das ações na Justiça que questionavam os cálculos feitos pelo BC.
De lá para cá, mais de dois anos se passaram e o processo para pagamento das dívidas não avançava devido aos questionados quanto ao valor da dívida e a possibilidade de uso de créditos do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) para abatimento do débito. Após várias prorrogações de prazos, o BC intimou o Econômico em 16 de abril e o Nacional em 24 de abril para pagamento dos débitos em até 60 dias.
"Está esgotada a negociação pela via administrativa", afirmou o procurador-geral do BC, Isaac Sidney. "O BC não poupará qualquer esforço para receber o que lhe é devido", complementou. As instituições financeiras apresentavam cálculos de que a dívida era menor do que a cobrada pela autoridade monetária.
Banco Econômico? Pois é, saiba o que foi!!!
O Banco Econômico foi uma das instituições financeiras que quebraram após a implantação do Plano Real, em 1994. Apesar de receber ajuda do governo através do Programa de Estímulo à Reestruturação e do Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer), acabou sofrendo intervenção em 1995 e entrou em liquidação judicial em 1996.
Até a próxima!!!
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